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04.05.2020

Praça Batista Campos: um conjunto de arte história e lazer

Quem não adora um passeio relaxante em uma praça? Tomar um sorvete, comer algo especial, reunir os amigos para jogar conversar fora, enfim. Só de imaginar já deu uma saudade imensa, não é? Mas por enquanto, o que nos resta é lembrar desses pequenos momentos que no final das contas, podem ser os melhores.

Vamos viajar um pouco no tempo, para o século XIX para ser mais exato, quando o terreno que hoje conhecido como Praça Batista Campos pertencia a Marina Manoela de Figueira e Salvaterra. Assim, o lugar ficou conhecido como “Largo da Salvaterra”. Após a morte da proprietária, a praça passou a pertencer a Câmara Municipal de Belém. Sendo assim, nomeada como “Praça Sergipe” para homenagear a nova província brasileira.

Em 1897, durante o governo do intendente Antônio Lemos, a praça passou a ter o nome de um dos principais personagens da Cabanagem (revolta popular e social ocorrida durante o Império do Brasil de 1835 a 1840): o Cônego Batista Campos, morto em 1834.

Três anos depois, a praça foi inaugurada em 14 de fevereiro de 1904, seguindo o plano “Jardins sem grades”, desenvolvido por Antônio Lemos que contribuía em termos da arborização da cidade. Mais tarde seus calçadões receberam revestimentos de pedras portuguesas com referências marajoaras. Em 1897 ela foi tombada e no ano de 1986, restaurada para buscar as características perdidas do início do século XX, durante a primeira reforma.

Antiga praça Batista Campos

Em 2008, ela passou por uma grande restauração ganhando estruturas modernas e organizadas. Suas principais características foram mantidas, como o seu ajardinamento sem grades, plantas ornamentais, córregos, pontes, chafariz, coretos (uma cobertura, situada ao ar livre, em praças e jardins) e afins.

Um dos lagos presentes na praça

Hoje a praça Batista Campos é considerada uma das mais belas da Belém. Possuindo coreto (uma cobertura, situada ao ar livre, em praças e jardins), lagos com pontes e diversas árvores nativas. Os visitantes utilizam o espaço para praticar exercícios ou apenas buscar um lugar de paz e sossego.

Anota no caderninho, porque certamente é uma ótima dica de passeio para se fazer na capital paraense pós-quarentena.

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